A.D.S.: a tecnologia que a Slam Break traz de volta
31 de julho de 2026Há sapatilhas que só resultam bem no verão e perdem o interesse assim que chegam as camadas de roupa e os dias mais cinzentos. A Slam Break 226 não é uma delas. Cá na Bstrong é destas que calças em outubro e continuas a usar em janeiro: os tons creme e bege deste par, com painéis em castanho a marcar o desenho, dão-lhe um ar quente e outonal sem nunca deixar de ser uma sapatilha pensada para o dia a dia, não para ficar bonita numa prateleira.
Uma família nova, seis décadas de bagagem
A Lacoste começou a fazer sapatilhas em 1958, com o lançamento do The René, e nunca mais parou de olhar para o court de ténis como fonte de inspiração. Seis décadas depois, essa mesma lógica, pegar no que funciona no desporto e adaptar à rua, deu origem a uma família de calçado nova: a Slam Break, apresentada pela marca em 2026.
O nome resume bem a ideia. "Slam" remete para os grandes torneios, "Break" para o momento em que se quebra o serviço do adversário, e a sapatilha junta as duas coisas numa linha que quer ser tão à vontade num treino como numa saída de fim de semana. A campanha de lançamento da versão Premium desta família teve como rosto o tenista francês Arthur Fils, o que dá uma ideia da aposta que a Lacoste está a fazer nesta linha.
Por baixo do design está a tecnologia A.D.S. (Absorption De Shock), desenvolvida originalmente para os modelos de ténis de competição da marca nos anos 2000 e agora recuperada para dar amortecimento e leveza à Slam Break. É esse tipo de detalhe que separa uma sapatilha só bonita de uma sapatilha que também sabe para que serve.
Off White/Tan: o branco que ganhou textura outonal
Esta Slam Break 226 troca o branco puro por um creme mais quente, com a base em couro a assumir um tom off white que lembra papel amanhecido, sem nunca ficar amarelado. Os painéis em camurça castanha entram no calcanhar e na zona frontal a trazer densidade e uma textura que pede para ser tocada, um contraste que faz o par parecer mais trabalhado do que uma sapatilha branca costuma ser. O crocodilo bordado na lateral surge em verde, o único apontamento de cor num conjunto que joga tudo nos neutros.
Na gáspea, a mesma mistura de 56% poliéster reciclado, 23% couro e 20% camurça garante que o castanho não fica só à superfície: sente-se na mão e no peso da sapatilha. É um colorway que troca o imaculado por um ar mais vivido, o tipo de bege que fica melhor depois de umas semanas de uso, não no primeiro dia caixa aberta.
Este não é o bege que se guarda, é o bege que se usa até ganhar história.
Como usar
Uma sapatilha branca com esta pegada tira-te da equação: combina com quase tudo e não exige que penses duas vezes no resto do look. Cá em baixo deixamos dois caminhos para a vestires este verão, um mais monocromático e solto para o dia a dia, outro com mais contraste para quando queres parecer que te esforçaste sem teres perdido tempo nenhum a decidir.
Branco em camadas
- calças cargo em algodão cru
- t-shirt oversized branca
- boné de aba curva em branco
- meias altas brancas
- Lacoste Slam Shot 226
Para dias de calor em que queres andar leve e não pensar duas vezes na roupa, ótimo para a rua ou um café ao fim da tarde.
Contraste caqui
- calças chino em bege claro
- polo verde-musgo em piqué
- casaco corta-vento leve em bege
- meias brancas curtas
- Lacoste Slam Shot 226
Para quando o dia pede um visual mais tratado, sem gravata nem stress, ideal para um jantar informal ou uma tarde de trabalho mais descontraída.